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A senhora da mansão de papelão – Parte II

Conheci a Lúcia numa madrugada na Rua da Bahia, em BH. No final da nossa rápida conversa ela disse: “depois passa lá na mansão pra tomarmos um café imaginário”. Naquele momento ela me cativou. Primeiro, por me convidar para tomar um café, mesmo que imaginário (dificilmente eu nego um café).  Segundo, porque algo me dizia…

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Uma bebida para esquecer a dor

Numa pequena praça em Ponta Negra, Natal, converso com um grupo de alcoólatras. Homens e mulheres com a face golpeada pelo álcool. Senhores e senhoras com a “alegria e sensibilidade” que só a cachaça oferece quando a dor tenta sobressair à vida. Como um antídoto que afaga, um meio que os tira da realidade cruel…

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A senhora da mansão de papelão
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A senhora da mansão de papelão

Na esquina da Rua Espírito Santo com a Avenida Álvares Cabral em Belo Horizonte mora Lúcia Matta Machado. Sua idade ela prefere omitir: “é o charme de toda mulher”, diz. Ela vive no bairro Funcionários, segundo metro quadrado mais rico da cidade. Sua casa se difere de todas as outras, e não é pelo tamanho…

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